James Cameron volta para produzir, criando assim a continuação que vale ao Exterminador do Futuro 2. Nesta sequência temos um T-1000, Exterminador do segundo filme, numa nova roupagem e upgrade. Temos também a salvadora, que não é uma Exterminadora per si, mas uma humana com melhoramentos cibernéticos e Sarah Connor que volta mais bad ass do que nunca.
Falar mais do que isso entrega um pouco da trama e eu não quero trazer spoilers. A ideia de Cameron foi de ignorar os outros filmes após Exterminador 2 e definir esse como a sequência canon. Pra falar a verdade, eu gostei bastante do Exterminador do Futuro: A Salvação e não queria que ele fosse ignorado, mas fazer o quê. Os outros pode deixar passar.
Exterminador do Futuro: Gênesis foi a tentativa de recomeçar a história em outra linha temporal, pegando os acontecimentos do primeiro filme e dando aquela modificada para se tornar um novo começo de saga. Não deu muito certo, a crítica desceu o pau e pra falar a verdade nem me deu vontade de assistir.
Falando sobre Dark Fate: O filme é bom. É o melhor Exterminador do Futuro? Eu acho que não. Mas não é tão ruim quanto Gênesis ou Exterminador do Futuro 3. Então já é uma vitória. Vale a pena mais uma vez pra ver Sarah Connor e o T-800 velhos e juntos, pra dar um tchã de nostalgia. A história não é original e as cenas de ação são boas mas nada de extraordinário.
Dá pra assistir comendo uma pipoquinha de boas.
